“Seu sorriso 
É a paisagem
Mais linda
Que já vi
Até hoje.”

Que sorriso hipnotizador, amor. (via autorias)
“O que machuca não é o amor, são as pessoas. O amor é só um sentimento.”

Esteban. (via sucedas)
“Ei, você. É, você mesmo. Eu sei que você ama alguém. Sei que você pensa muito nessa pessoa, e tudo te faz lembrar dela. Sei que quando você olha pro nada, é ela que lhe vem à cabeça . É olhar pra nada e pensar em tudo. Sei que você já prometeu à si mesmo que não iria derrubar mais uma gota de lágrima se quer por ela, mas acabou não cumprindo. Eu sei que a voz dessa pessoa te conforta, e o abraço dela é o melhor do mundo. Sei que você ama o cheiro dela, e poderia acordar todos os dias com esse cheiro ao seu lado, te abraçando, com um sorriso sonolento dizendo “ bom dia ”. Sei que muitas músicas poderia ser a trilha sonora de vocês dois. Eu sei que você pede conselhos aos seus amigos, mas acaba não seguindo nenhum, porque apesar de tudo você ainda quer ter ela de volta, e traz o sentimento todo junto com ela. E você não liga, porque quer viver tudo de novo. Eu sei que toda noite você se despede dessa pessoa em seus pensamentos, já na vontade de dizer “ não esquece de aparecer nos meus sonhos!” , e aparece, porque é o que você quer. Sei que essa pessoa é idiota, insensível , complexa , complicada , mas você não se importa, porque é exatamente isso que te faz gostar mais e mais dela. Eu sei que em cada linha desse texto, você estava com a mesma pessoa na cabeça. Porque só quem já amou alguém de verdade sabe o quanto isso dói.”

Pedro Bial.   (via segredou)
“Pensa em suicídio? Vá em frente, mas antes, tente fazer isso - roube chocolate no walmart, prove sorvete de tangerina, dirija à 220 km por hora em uma rodovia, grite o mais alto que puder dentro de um túnel, zere Sonic, Pacman e Super Mario, almoce com um policial, pule de bang-jump, escale uma montanha, leia trinta livros, vá ao show da sua banda favorita, faça uma tatuagem, apaixone pessoas que você não vai amar até descobrir que na brincadeira se apaixonou mesmo, aprenda a tocar um instrumento, escreva uma poesia, visite um parente distante e finja que as conversas da família te interessam, segure o ar por dois minutos sem soltar (não morra tentando essa parte), escreva seu texto favorito nas paredes do seu quarto, beba até vomitar, chore em um lugar público pra ver se alguém irá te consolar, piche uma frase de efeito em um muro, coma até não aguentar mais, ande de bicicleta sem as mãos, encoste a língua no nariz, cante no ventilador, abrace um mendigo, invoque satã com um tabuleiro de ouija e fique com o cu na mão. Depois de tentar tudo isso, faça o que achar melhor, que a vida é uma merda ninguém pode negar, mas algumas loucuras tornam tudo mais suportável.”

Sean Wilhelm.   (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)
“Já se foi a época onde chorar era a solução. Sempre achei tão ridículo chorar por falta de atenção, chorar por alguém. Não se gasta nenhuma gota do seu choro por alguém que nem se quer tem um pingo de amor por você. Acorda, para de ser idiota, chorar pra que? Isso não vai mudar, então sorria, não importa que você não esteja bem, quem é que se importa com isso? Hoje em dia ninguém se importa, todos só vão pergunta por obrigação. Vê se acorda, porque se você chorar por cada babaca que conhecer vai te que pedir emprestado as águas dos oceanos.”

João Paulo Ferreira.  (via poesografias)
“É como se eu estivesse nu, despido de emoções e sentimentos. Meu corpo está exposto, vulnerável. Tinha em mim todos as sensações do mundo, boas e ruins e simplesmente acordei sem nada. Estou em conflito, perdi meu ponto de segurança em uma esquina dessas, o que aconteceu? Algo esta errado? Acho que mudei, parei de acreditar. Esse sou eu, sempre forçado a me adaptar.”

Sereno.  (via vivificare)
“Penso que a saudade existe para nós testar, testar o amor que dizemos sentir. Assim, existe uma provável chance de não nós arrependemos das escolhas que faremos.”

Sorria meu anjo.  (via atribuidor)
“Nunca sei o que responder quando me perguntam o que é amor. É um sentimento confuso, e creio que ninguém realmente sabe defini-lo. Só sei que quando estou contigo, ou mesmo vejo uma foto ou recado, algo mexe comigo e ai eu tenho certeza do que é o amor. Pra mim amor é o sentimento que não morre mesmo eu tentando o matar várias vezes, é cautela e espera, é o suspiro e o sorriso, é o encontro e ás vezes desencontro, é não saber sabendo, é chorar no meio de uma gargalhada, é estar no céu e ir de encontro com o chão, é se jogar em um precipício escuro, é ir de encontro com o desconhecido, é pedir pra morrer querendo viver… Confuso? Imagine a minha cabeça! Mas isso tudo pode ser resumido numa única frase: amor é você.”

Epístolas para Ben   (via supostos)
“Antes de você abrir os olhos, o mundo se fechou. Algumas palavras até sumiram, os poemas mais tristes parecem ter evaporado na escuridão: aquela tela negra, sem moldura, exposta na galeria infinita e inalcançável: o céu. As estrelas precisaram se apagar e ficaram imóveis, estáticas, como se admirassem algo mais brilhante do que elas: você sonhando, por exemplo. As últimas folhas se desprenderam delicadamente dos últimos galhos das últimas árvores coloridas: o outono acabou de acabar: nenhuma outra estação quis aflorar. Nem a primavera, que combinava tão bem com a poesia da sua fala tão delicada. Nem o verão, que aquecia tão bem suas mãos tão frias. Nem o inverno, que congelava cada eu te amo pronunciado pelos seus lábios finos no tempo, na neve, em nós. E os olhos que apareciam no final dos meus sonhos mais confusos, eram seus. Tenho certeza. Não absoluta. Mas tenho certeza. Eles formavam duas luas cheias, circulares: símbolo da eternidade. Sim, a eternidade nasce e morre todos os dias em você. Ela precisa da sua doçura, quase maternal, para acontecer para sempre. Eram duas luas negras: talvez de planetas que nem existem mais, ou que nunca existiram, e que qualquer poeta criaria, ou recriaria, só para vê-los decorando a imensidão do céu ou condecorando a pequenez do mundo diante da grandeza dos seus olhos. E lá de dentro, posso enfim observar a beleza da vida: da morte: as dores nunca sentidas: os sentimentos mais dolorosos. E ainda assim, eles riem. Sim. Sem dentes, sem lábios, sem motivos. Eles riem. E quando sua gargalhada escapa da traqueia, o canto dos seus olhos dobra e forma pequenas rugas: pequenos caminhos: atalhos. Como se seu sorriso quisesse escapar da cadeia das suas pálpebras, que preservam encantos que você não mostrará a ninguém. É segredo. É mistério. É seu. É silêncio.”

Eu me Chamo Antônio.  (via teleportear)

THEME